Um dia desses escutei um grande ídolo da música "pop" do Brasil lamentar a gravação de um de seus LP's. Ele disse: "Não gosto deste disco pois, foi feito sob ação de droga e ele passa muita tristeza".
Bom, hein! Até os do mundo "se tocaram" que música triste, mesmo vestidinha de alegria, repassa tristeza.
Não confundamos unção com manifestação emocional. O que muito se vê no "gran finale" de concertos católicos.
Quando o intérprete "apela" cantando músicas do cancioneiro popular corre-se o risco de não levar a Palavra Viva do Deus Vivo para as pessoas e sim, lembranças. É natural que a platéia chore, chore. chore... Unção gera conversão. Emocionalismo gera rica bilheteria.
Bem, a história nos dirá se é certo ou não inserir músicas seculares em eventos católicos.
Eu gosto mais da criatividade do Espírito. Dá muito bem para fazer um show em que o maior sucesso é Jesus. A não ser, claro, que eu prefira que o brilho mais intenso seja o meu, da minha roupa, do meu cabelo novo com gel, da minha aparência. Mas este é um outro assunto. E dá muito pano para a manga.
Silvinho Zabisky
Comunidade Beatitudes
Nenhum comentário:
Postar um comentário